quinta-feira, 29 de maio de 2008

O Ser Humano, filosofia e pesquisas com células-tronco


Acordei de ressaca, graças a meia dúzia de cervejas, o jabá com manteiga derretida e uma noite anterior sem dormir, que já me tinha presenteado com uma tremenda dor de cabeça.

Eis que, do nada, sem estar eu preocupado com Platão, Descartes ou Filosofia, vem a resposta para a questão mais básica que nos faz perder horas a fio quando filosóficos estamos: "Quem somos? O que somos?"

O rádio-relógio estratégicamente programado para me acordar cedo (pois o manda-chuva do Canadá hoje está aqui para inspecionar nossas operações no Brasil) sintonizava a rádio que retransmitia o Jornal da Manhã da Jovempan (assim não sinto saudades de São Paulo.

A entrevista era sobre pesquisas com células-tronco. Ouvi o Deputado responder: "... a pessoa humana é o fenômeno entre o nascimento com vida e a morte cerebral."

Pronto! Agradecemos aos políticos que tanto discutiram nossa Constituição e colocaram em preto no branco, poucas palavras, e me resolveram uma questão que me persegue noite e dia. Para que filosofar tanto? Já está aí, documentada e impressa, promulgada e sacramentada, a resposta.

Agora vamos trabalhar pois o arauto dos acionistas quer ver os números.

Vai indo que eu já fui.


Foto: EPA/RBM Online - Um embrião humano clonado, com três dias, criado no Centro para a Vida, em Newcastle, Inglaterra, pelos cientistas Miodrag Stojkovic e Alison Murdoch.

quarta-feira, 28 de maio de 2008

Ligando o efeito da música no processo de cura com as "m" dimensões

No que sou ignorante: em muitas coisas. Música, nem tanto. Curto, estudo, toco, crio.

Uma pessoa me mandou um link sobre o efeito da música no processo de cura.

http://noticias.terra.com.br/ciencia/interna/0,,OI2906618-EI8147,00.html

Achei muito interessante pois sei quando preciso ouvir muita música. Ajuda a acalmar, apaziguar, ordenar os pensamentos e sentimentos, trazer recuperação e energia quando estamos para baixo.

Outra coisa interessante, se você gosta de terapias holísticas e alternativas, é uma coisa chamada "Frequências de Brilho".

Tenho uma prima que vive no Rio de Janeiro e que é terapeuta focada em liberar viciados de drogas, recuperar atletas e executivos de stresses violentos, etc. Ela fez uma sessão comigo, de onde saí muito impressionado. Parece que fez as moléculas do meu corpo sintonizarem outras freqüências, diferente daquelas rádios piratas que ficam só no ruído e zoeira. Sintonizei paz, sucesso, tranqüilidade.

A “Guru Master” Christine Day explica no You Tube como chegou nessa

http://www.youtube.com/watch?v=zDGJVXdEqJE&feature=related

Se tiver interesse, na próxima vinda dela a BH posso ver se há espaço para agendar uma sessão para você.

Ela depois acrescentou que "a relação com o som (7ª dimensão) nas frequências, está nos orgãos, cada orgão tem seu próprio som que o cura. A Medicina Taoísta fala disso (Mantak Chia). Música clássica leva sua onda vibracional direto para a 8 ªdimensão. Se quiser mais informações sobre essas dimensões e sons, leia Alquimia da Nove Dimensões de Barbara Hand Clow e Gerry Clow Eles relacionam as dimensões com a teoria das supercordas.

Teoria das Cordas e Supercordas já é uma coisa mais compreensível. Agora vou tomar cerveja e comer carne seca puxada na manteiga de garrafa lá no Redentor.

terça-feira, 27 de maio de 2008

Artigo que nem saiu na mídia ainda

Mandei para a Brasil Mineral um outro artigo sobre Software, esse vai ser bem dinâmico de ler.



Coloquei bastante fotos, também, para não ficar monótono. Mas vou colocar aqui só o início, depois continuem a ler na revista (ou peçam para mim o artigo completo).






"Recente artigo meu para esta revista fazia uma reflexão sobre quais investimentos precisariam ser considerados como prioritários por companhias de mineração. Mostrei que investimento em Tecnologia de Informação (TI) no setor minerador está em ascensão, e obviamente, no topo do ranking, está o Software. Comecei falando que o Gestor da empresa pode ouvir opinião dos usuários de um software de mineração amplo, mas que “torna-se primordial ser capaz de olhar para além da tela da aplicação em si, para se olhar na cadeia de valor, do processo idealmente automatizado.”

Perguntei, na década de 70, a um Diretor de Tecnologia do Banco onde trabalhava minha mãe, o que era Software. Ele me ditou e eu escrevi, em uma folha de papel:

“Comece
- Leia a data no cabeçalho do jornal de hoje
- escreva a data no topo da folha
- some o mês com o dia e escreva embaixo da data
Pare. Isto é software”, disse ele, que tinha um capacete de moto na mesa e uma Harley-Davidson novinha na garagem do Banco. Gostei da profissão, pelo menos dos benefícios.

Pude entender, aos doze anos então, que software é um jeito simples e preciso de dizer a um desavisado o que fazer. No caso de computadores, estes são desavisados extremamente trabalhadores, capazes de milhões de cálculos por segundo, que não reclamam, não cobram hora extra, são muito confiáveis e muito provavelmente fornecerão o mesmo resultado um milhão de vezes, caso você forneça os mesmos dados de entrada e rode as mesmas rotinas ou funções, exceto se você tiver um daqueles Pentium que fazem dois mais dois igual a 3,999999... Ou seja, software pode fornecer resultados auditáveis, podendo ser reproduzidos, e o melhor de tudo, automatizados.
Software não é só isso: é uma promessa de que o sistema funciona. Não é escrever um programa uma vez: é reescrevê-lo milhares de vezes, sempre corrigindo bugs e atualizando-o em função das novas demandas dos clientes e do avanço da tecnologia."



Convite Chic e evento bem organizado


Não gosto de dar nome aos bois, para não parecer puxa-saco ou coisa do gênero. Mas vou falar. Recebi um convite para a Inauguração Terceira Pelotização da SAMARCO. Nada de email: uma caixinha pelo correio. Que coisa bem feita! Veio com o cartão do estacionamento, um crachá com meu nome, um convite, tudo caprichado. Aliás, TUDO da Samarco é caprichado. Fui visitar os escritórios me trataram como se eu fosse a pessoa mais importante da empresa (e não sou nem cliente da SAMARCO), ganhei uma agenda muito legal, material institucional, o presidente e o vice passaram na sala e nos cumprimentaram na maior gentileza e educação, uma simplicidade que nunca vi. Nota DEZ em tudo essa empresa, impressionante. Sem falar que jogo golfe com um ex-presidente da mesma, gente fina demais.

Bom, estaremos no Complexo Germano dia 11 de junho, se bobear o Lula estará por lá, pois é muito investimento e muito retorno para o Brasil.

PARABÉNS SAMARCO!

segunda-feira, 26 de maio de 2008

SIMEXMIN em Ouro Preto 18 a 21 de Maio


O frio (para padrões mineiros) de Ouro Preto convida para uma cachaça. Como se mineiro precisasse de desculpa para isso. Tomei uma garrafa de "Caraça" com Mário Conrado, Rob (Norueguês buscando minério na Paraíba), e Bernardo, em menos de uma hora. Depois foi a festa da VALE na estação de trem Mariana - Ouro Preto, a Maria Fumaça restaurada pela VALE, mas que acabou cedo, o que nos levou à festa da GEOSOL, no centro em um boteco que funcionava num sobrado. Muitos dos presentes deram uma cancha, mas o som não estava nada mau. Claro que me arrependi de um kg de torresmo, pingando gordura quente, irresistível.

Nem sei como consegui fazer as duas palestras na manhã seguinte, mas o público aplaudiu fortemente. Deve ter sido pelo esforço.

Descobri o que a turma de exploração gosta: boné. O meu, da GEMCOM, feito na Canadá, era muito bonito mesmo, caprichado, alta qualidade, e não teve um Geólogo ou Técnico de campo que não me pedisse um. Eu era o único boné no Congresso. E não sou careca. Mas estava precisando cortar o cabelo, então... boné.
Os slides apresentados foram colocados no CD que serão enviados a todos os participantes,
Uma foi sobre Gerenciamento de Dados em toda a Cadeia de Valor Mineral, e a outra sobre Automação para suportar os processos de planejamento estratégico e tático ao longo de vida de um projeto mineral, desde a exploração ao fechamento.
Se não quiser esperar o CD, pode me pedir.
E vamos pegar firme nessa semana pois o chefe vem de Vancouver me dar mais detalhes sobre o status de aquisição da GEMCOM.

sexta-feira, 23 de maio de 2008

Porquê do título do Blog


Conta minha mãe que eu tinha três ou quatro anos ao ser entrevistado num programa infantil no zoológico. O apresentador me perguntou "Quais são os três reinos?" e eu respondi, na lata:


"O Animal, ...


o Vegetal...,


e o...


Pessoal."


Como trabalho hoje no mundo mineral e com pessoas...


(o resto fica por contas dos amigos)

Revista Brasil Mineral - Retorno do Investimento


Recente artigo meu para esta revista, em Março de 2008, fazia uma reflexão sobre quais investimentos precisariam ser considerados como prioritários por companhias de mineração. Mostrei que investimento em Tecnologia de Informação (TI) no setor minerador está em ascensão, e obviamente, no topo do ranking, está o Software. Comecei falando que o Gestor da empresa pode ouvir opinião dos usuários de um software de mineração amplo, mas que “torna-se primordial ser capaz de olhar para além da tela da aplicação em si, para se olhar na cadeia de valor, do processo idealmente automatizado.”

Não vou postar o artigo de cinco páginas aqui, se o quiser, peça-o que te envio.

O ponto de inflexão, no meu parecer, de onde a indústria pode ter um retorno direto e mais exponencial do investimento em Tecnologia é na esfera gerencial e executiva.
Embora sensores possam detectar uma possível colisão entre equipamentos e evitá-la, estes equipamentos não podem constatar que sua produtividade em uma frente de lavra ou mina está muito abaixo da meta; escavadeiras e retomadeiras não decidirão combinar minério de várias frentes, de várias minas, para chegar aos produtos a embarcar naquele dia, caso haja uma falha não prevista e uma das frentes deixe de produzir.

Muitas metodologias passaram a ser adotadas por empresas para que seus departamentos de tecnologia pudessem atribuir prioridades a projetos, tal foi a explosão de demanda por automação. Em geral, estes métodos combinam impacto no negócio, urgência por um lado, consumo de ativos e pessoas pelo outro. Uma fila de prioridades é assim estabelecida, pois as equipes são limitadas, recursos para investimentos em TI também. Assim, muitos projetos jamais iniciam suas carreiras na empresa, independentemente da taxa de retorno interno deles estarem acima da taxa usada pela empresa.

A tecnologia a implantar hoje deve liberar a empresa dos erros do passado: extraindo as informações de aplicações de ontem. Desacoplando os dados da lógica de negócio que já não serve. Consolidando informações de múltiplas fontes para poder produzir alguns relatórios mais exatos e mais pontuais na posição da companhia. Poder de decisão na mão das pessoas corretas está sendo resolvido por inúmeras (virou moda) iniciativas de governança corporativa. Mas a informação para que o supervisor, gerente ou diretor possa tomar a decisão em minutos ou horas, onde está? Sendo consolidada quinze dias depois, em planilhas e documentos off-line e não sincronizados.

Rede de relacionamentos - meu network expandido

Já transitei por vários mercados, indústrias e regiões. O que me ajudou a conectar com executivos e profissionais nestes círculos foi o meu network expandido, e a ferramenta que melhor representa este conceito, na minha opinião, é o LinkedIn.
http://www.linkedin.com/profile?viewProfile=&key=804214 tem o meu perfil profissional completo, que também pode ser encontrado se você pesquisar por Marcos Rittner ou Marcos Arruda Rittner. O seu está lá também?

Também devemos comemorar


Recentemente comemoramos 10 anos no Brasil. Eu, Marcos Arruda Rittner, não estava aqui quando a GEMCOM do Brasil foi fundada, em 1998. Nessa época eu estava na Motorola, onde enfrentávamos um "grey market" brabo, mas mesmo assim, cresci as vendas em 140% em dois anos e montei uma equipe com todas as funções de suporte à rede de distribuidores/revendas, Marketing e Técnica para suporte. Vivia a 180 km/h, pegava várias horas de trânsito na Castelo Branco. Mas essa seria matéria para outro post no blog. Aqui vai a matéria que saiu na Brasil Mineral. Eu não fundei, mas fiz uma bela festa de 10 anos aqui em Belo Horizonte, para homenagear quem criou a estória da GEMCOM aqui no Brasil. Beck Nader, João Hilário, Marcelo Rossi, Marcelo Batelochi, Flávio Ferreira, Paulo Falcone, Luzimar Rêgo, entre outros.

Encontrando gente de toda a América Latina na Mineração em Salvador 2006

Tivemos um encontro de usuários em Salvador, escolhida por poder reunir gente do Nordeste mais facilmente. Consegui fazer um acordo com meu equivalente para a América Latina, e ele convidou clientes de Cuba, Bolívia, Chile e Peru, que agregaram experiências diferentes e interessantes. O evento foi coberto pela recém criada revista "In The Mine", com uma proposta muito interessante de olhar tecnologia na Mineração. Tivemos três páginas abrangendo uma entrevista que eu, nosso CTO e alguns de nossos clientes realizaram com o Nelson Valêncio, repórter.