quarta-feira, 27 de junho de 2012

Seria o Universo, seria um espirito religioso, uma entidade espiritual ou divindade, ou simplesmente o acaso? A sorte?

Cada um vê o mundo de um jeito e explica o que acontece de acordo com sua ótica.

Por isso tomei um email de corrente e adicionei estes comentários iniciais.
Para você refletir.
Qual genio da Psicologia falou  que você é você e o seu "entorno", os seus "surroundings"?
E de que maneira a sua autação muda o desfecho de cada dia?
Interprete com a explicação que quiser.

O email começa assim:
"Um rapaz pediu a Jesus um emprego, e uma mulher que o amasse muito.



No dia seguinte, abriu o jornal e tinha um anuncio de emprego. 


Ele foi, viu a fila muito grande e disse: eles são melhores do q eu, e foi embora.
 


No caminho, um garoto lhe deu uma rosa ....no ônibus ele chateado joga a rosa fora.
 


E ao chegar em casa briga com Jesus
 
É assim que me tratas? É assim que me amas ? 



E vai dormir. Em sonho, Jesus lhe diz:
 

O emprego era seu, mas vc ñ confiou e desistiu antes mesmo de lutar; aquela rosa foi eu que te dei... inspirei aquela criança a lhe dar!!!
 

O amor da sua vida, estava sentada ao seu lado, em vez de vc dar a rosa a ela, jogou fora.
 


Vc entendeu como Jesus age na sua vida?
 

Ele abre as portas te mostra o caminho mas a tua fé é tão pouca que desiste no primeiro obstáculo. Não desista confie que Jesus pode agir na sua vida.
 
Os obstáculos existem para ver até onde vai a tua fé. 

(O primo diria: "O Universo está testando o quanto realmente você quer o que pediu."
eu mesmo inumeras vezes seinti que quanto mais perto de chegar aonde queria, mais dificuldades o Universo colocava diante de mim. Algumas vezes desisti a dois metros da linha final. Outras não desisti e fui até o fim. )

domingo, 24 de junho de 2012

Repasse para todos jogadores, árbitros e bandeirinhas do futebol

Para que nao passem mais vergonha, aprendam pelo menos a primeira parte!


Parte I

Ouviram do Ipiranga as margens plácidas
De um povo heróico o brado retumbante,
E o sol da liberdade, em raios fúlgidos,
Brilhou no céu da pátria nesse instante.

Se o penhor dessa igualdade
Conseguimos conquistar com braço forte,
Em teu seio, ó liberdade,
Desafia o nosso peito a própria morte!

Ó Pátria amada,
Idolatrada,
Salve! Salve!

Brasil, um sonho intenso, um raio vívido
De amor e de esperança à terra desce,
Se em teu formoso céu, risonho e límpido,
A imagem do Cruzeiro resplandece.

Gigante pela própria natureza,
És belo, és forte, impávido colosso,
E o teu futuro espelha essa grandeza.

Terra adorada,
Entre outras mil,
És tu, Brasil,
Ó Pátria amada!
Dos filhos deste solo és mãe gentil,
Pátria amada,
Brasil!

Ps: nos quatro anos de ensino primário, cantávamos todas as manhas ao hastear a bandeira.


terça-feira, 12 de junho de 2012

Vai acabar regra de quem chegou primeiro para explorar o Recurso Mineral

Fosfatos. Mais que um ingrediente de multivitamínico, esta substância é usada na produção de fertilizantes, e FUNDAMENTAL para alimentar o mundo. Ontem a Veja Online publicou importantes notas de que o Governo promoverá a realização leilões de áreas para exploração de fosfato em Estados onde reservas eram desconhecidas, em várias regiões do Brasil,  Amazonas, Rio Grande do Sul, Ceará, Paraíba e Piauí.

Mas também uma mudança fundamental na maneira como empresas poderão explorar o recurso do subsolo brasileiro: LEILÕES. Ao invés de fazer os atuais requerimentos de pesquisa e lavra, agora as mineradoras mudam para o sistema de leilões, tal como ocorre no setor de petróleo.

Áreas de potássio, fosfato, terras-raras ou com elevado potencial de minério e ferro, deverão ser disputadas entre empresas, e não mais concedidas pelo critério do "quem chega primeiro", como é conhecido atualmente.

O novo marco regulatório prevê ainda o estabelecimento de prazos exploratórios às mineradoras, sob pena de devolução da concessão à União quando não cumprirem as novas regras. Isso deve agitar o mercado.



O governo deve aumentar o royalty da mineração dos atuais 2 por cento sobre o faturamento líquido para 4 por cento sobre faturamento bruto. Paralelamente, deve implementar uma alíquota flexível, que deverá variar conforme o mercado. Se o momento for de euforia, com preços elevados, o royalty tenderá a ser maior que em períodos de demanda desaquecida.

sábado, 9 de junho de 2012

Parada Animal do Pessoal na Paulista

Fiquei revoltado com o transito totalmente caótico e parado em SP.
Agora descobri porque o comercio estaria tão movimentado em meio ao feriado...

"Plumas, perucas e cílios postiços estão entre os artigos mais comprados pelo público da parada na 25 de Março.

"Estamos vendendo muitos óculos e maquiagem de cores vivas também", conta Lidiane Fagundes, gerente de uma loja de fantasias na ladeira Porto Geral.




Proprietário de uma loja de fantasias, Pierre Sfeir disse que, há dez dias, as vendas de produtos mais extravagantes aumentaram.

"Vendemos bastante. Essa temporada é muito boa para o nosso comércio", disse.

3 MILHÕES

A organização da parada estima que o público deva superar 3 milhões de pessoas.

Cerca de 30 câmeras vão monitorar o trecho onde será realizado evento.

Quatro delas são de um novo modelo que a prefeitura adquiriu há um mês e está em fase de testes.

"Esse tipo de câmera detecta, automaticamente, situações de vandalismo, comércio irregular ou qualquer tipo de anomalia e emite um alerta para que os operadores possam tomar providências", explica o secretário municipal da Segurança Urbana, Edsom Ortega."




Pois é, vitamina na economia da cidade, trazida pela diversidade!

quinta-feira, 7 de junho de 2012

Blog desconectado


Uma amiga que curtiu o Animal Mineral e Pessoal faz um tempinho, refletiu muito se escreveria um blog. Depois me enviou uma postagem, para que eu a pudesse colocar "no ar". O texto dela ficou no meu Notebook em alguma pasta de download, que demorei meses para fazer uma organização. Então, atrasada, aqui está. 

"MR:
Em um daqueles muitos momentos de procrastinação, em que a mesa está cheia de trabalho, mas a vontade  dispersa, deixo-me levar  pela corrente internética, que começa pelas redes sociais, segue pela curiosidade de saber mais de um ou de outro, de ver o que estão dizendo ou ouvindo por aí, caio em links e blogs conhecidos e desconhecidos. Há os temáticos que às vezes visito, como os de sustentabilidade, vida simples, educação infantil, mulheres enroladas com finanças,  etc., que compõe alguns de meus interesses do universo cotidiano, há os pessoais, como agora o seu “Animal, mineral e pessoal”.
Acabo fuçando seus escritos, me surpreendo com algumas coisas identifico-me com outras, divirto-me.
Então começo a lembrar de meus escritos, espalhados em cadernos já empacotados, agendas antigas ou pastas  arquivadas no computador. Tenho minhas fases de escrever. Às vezes com cara de diário, às vezes em processos catárticos nas intensas crises existenciais,  outras na ânsia de registrar fatos preciosos como passagens curiosas dos filhos que crescem e nos encantam sempre. Fico meses sem escrever, de repente acho interlocutores diferentes, entro em ondas de correspondência que às vezes duram, às vezes passam.
Lendo os escritos alheios postados para quem quiser, fiquei pensando nessa prática da escrita reflexiva, da conversa com nosso umbigo, na vontade de dar conta de registrar as pequenas emoções cotidianas que nos constroem, de compartilhar, de escutar. Penso em coisas que escreveria, como fazem algumas amigas em seu murais no Facebook, que compartilham da TPM ao sucesso profissional, da receita para o almoço a uma lembrança da infância. É curioso. Tem um lado que me atrai outro que me retrai, pois me assusto um pouc o com a mania de escrever a todo o momento em twiters e coisas tais.
Se eu não tivesse meus pudores profissionais, a convicção de que devo me expor o menos possível para não cair na curiosidade dos meus pacientes psis ou alunos espalhados pela educação (mesmo sabendo que sem querer vão me expondo, aparecem fotos não postadas por mim, informações...), acho que teria coisas a compartilhar sim. Desse jeito, assim “pensamentos aleatórios” que nos invadem no dia a dia...
Nesta semana teria falado da jabuticabeira produzindo como nunca em meu quintal, associando a poemas sobre a primavera; da convivência com os meninos no sábado em que fomos a uma exposição muito legal (Já fica a dica: Do dinamarquês Olafur Eliassom, que faz parte da mostra de arte contemporânea espalhada no sesc pompeia, Belenzinho e pinacoteca) e acabamos caminhando por uma hora até chegar em casa, conversando, nos curtindo um pouco em um gostoso momento de trégua do stress cotidiano ;ou até mesmo postado um comentário revoltado sobre os desmandos a que somos submetidos quando inseridos na educação publica e suas politicas (além de psicanalista, sou formadora de educadores de educação infantil e entre outras coisas estou em um projeto no interior de São Paulo, uma parceria entre ong, prefeitura e iniciativa privada e de vez em quando surgem pedras no caminho). Enfim, vivemos coisas que poderia contar no mural das redes...
Ou até em um blog ou coisa parecida. O que escreveria? Poderia ser um blog temático, tanto profissional quanto pessoal, que como assunto poderia eleger o universo dos bebes e da educação infantil (algo que urge sistematizar) ou as agruras contraditórias de uma mãe de pré adolescentes em tempo de consumismo e urgência de transmissão de valores. Ou quem sabe compartilhar os diferentes momentos reflexivos que já duram três anos do ciclo montanha-russa que é o processo interminável de uma separação conjugal, mesmo quando as coisas vão bem; ou ainda dos rituais domésticos de quem vive em uma casa, anda de bicicleta e curte a horta e o jardim.
Muito louco tudo isso, engraçado começar a escrever e quando vejo, é para alguém que mal conheço. Mas como disse, com o qual tive links de identificação e empatia nos momentos quase ‘voayerista’ em que naveguei no seu blog: os arroubos de amores pelos filhos mesmo quando os chamamos de chatões; o cansaço do ritmo da vida contemporânea e suas pressões; o gosto em fazer feira apreciando cheiros e cores; a pausa para lubrificar a bicicleta; o interesse pela musica; as ‘filosofadas’ sobre o tempo, a alma e o plano espiritual; etc..
E assim segue a vida como tem sido, com brechas para lembrarmos de registrar coisas simples e fazer algumas escolhas nessa multiplicidade desvairada de opções que vão se apresentando nesse mundo louco que você lembrou bem quando disse que “Estamos presenciando a aceleração da humanidade para a insanidade total. Se tivéssemos mais calma e lembrássemos do ciclo da Terra, da velocidade com que se forma um diamante, estaríamos melhor.
Paro por aqui, apesar da vontade de mexer na terra e lapidar diamantes, preciso dar conta de agendas, relatórios, planejamentos  e estudos...trabalho!
Um beijo, bom resto de semana curta.
Teca