quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009



Vejo o porto de Vancouver cheio de conteineres. Contendo algo.
Como nossa vida esta contida no contexto, no nosso corpo, certas coisas seguem contidas em conteineres, aguardando um destino que justifique a viagem.
Talvez não cheguem a lugar algum. Talvez apodreçam. Ou caiam no mar. Ou fiquem esquecidos.

Um comentário:

JL disse...

Ainda bem que, ao contrário dos containers, que se sujeitam apenas a fatores externos, nós, seres humanos, possuímos o livre arbítrio e o controle sobre o nosso destino.