segunda-feira, 23 de março de 2009

Escrevi um artigo para uma Newsletter

No trabalho, escrevi isso que está embaixo.
O homem se tornou um bicho muito cômodo, não? Usando máquinas e programas para tudo. Em alguns lugares do mundo. Em outros, estão com paus e pedras. Contraste total. São mundos diferentes.

"Controle de Custos e Aumento da Produtividade
No atual panorama econômico global, as notícias sobre escassez de crédito, queda acentuada da demanda e dos preços de minérios e metais, redução dos quadros operacionais rondam todos os dias a mídia. Saída para a crise? Reduzir custos onde é possível e aumentar a adoção de soluções mais eficientes. Isto coloca a sua empresa em posição mais competitiva, e assim emergir dessa recessão mais fortalecida.
Quando falamos em reduzir custos, é preciso fazê-lo estrategicamente. A situação demanda maturidade das equipes nas minas e de seus gestores para não tomar medidas bombásticas. O ideal é buscar alternativas estratégicas para aproveitar as oportunidades de mercado e fortalecer a empresa para aproveitar o período pós-crise.
De acordo com as últimas informações extraídas de pesquisas de mercado, as empresas se planejam para cortar custos com automação. Isto significa deixar máquinas repetir processos manuais, com muito mais velocidade e eficiência. Normalmente isto acompanha a adoção de tecnologias de software, que contribuem para impulsionar a melhoria da produtividade da equipe e dos processos."

Se quiser o resto do artigo me escreva. Voltemos para a segunda feira que o bicho está pegando.

sábado, 21 de março de 2009

Clima de sabadao ensolarado

Meu sabado esta sendo ideal:
Poder sair andando para fazer compras - um DVD player HDMI ultracompacto Pioneer, cabos e um suporte de parede para TV LCD plana, que permite movimentar e girar a TV.
iPod ligado no som - rolando Pink Floyd antigo, U2, somente musicas otimas, e dando um descanso pro laptop,
deixando o PC do Pedro assumir um pouco o trabalho da casa: Skype, MSN, Google - tudo reinstalado na ultima versao.

Para fechar com chave de ouro, sair para uma moqueca na Bahiana do Acaraje da Savassi.
Trem bao, so.

sexta-feira, 13 de março de 2009

Sinfonica sem aplausos


Impossivel deixar passar uma Missa de Beethoven, por R$5 a R$15, com a Sinfônica de Minas e Coral. Só que devido a fila infinita para comprar ingresso, pago R$25 a um cambista, que quase me rouba R$5 no troco e vejo que o ingresso dele era um convite a custo zero.
E o maestro fez uma de chato de modo que no encerramento da 1a parte saiu correndo e ninguem aplaudiu. Nunca vi isso!
A peça foi bem alegre e viva, diferente do estilo mais grave e sério de Beethoven,mas ao final foi ficando repetitiva e monótona. Nem teve climax para encerrar. Melhor que ficar em casa.

terça-feira, 10 de março de 2009

Voce está nos 5%

Meu pai, professor, achou um texto sobre fazer a diferença, o qual colei aqui.

HISTÓRIA DE UM ALUNO - A MAIOR BRONCA QUE JÁ LEVEI...

Quer saber qual a maior bronca que já levei na vida? Vou contar.
Tínhamos uma aula de Fisiologia na faculdade de odontologia logo após a semana da Pátria. Como a maioria dos alunos havia viajado aproveitando o feriado prolongado, todos estavam ansiosos para contar as novidades aos colegas e a excitação era geral.
Um velho professor entrou na sala e imediatamente percebeu que iria ter trabalho para conseguir silêncio. Com grande dose de paciência tentou começar a aula, mas você acha que minha turma correspondeu? Que nada. Continuamos no papo como se o professor não estivesse lá, afinal a conversa sobre as aventuras do feriado parecia muito mais interessante que qualquer assunto da Fisiologia, (pelo menos era impressão do momento! ).
Com um certo constrangimento, o professor tornou a pedir silêncio educadamente. Não adiantou, ignoramos a solicitação e continuamos firmes na conversa.
Foi aí que o velho professor perdeu a paciência e deu a maior bronca que eu já presenciei. Veja o que ele disse:
Prestem atenção porque eu vou falar isso uma única vez, disse, levantando a voz. Um silêncio carregado de culpa se instalou em toda a sala e o professor continuou. Desde que comecei a lecionar, isso já faz muito anos, descobri que nós professores, trabalhamos apenas 5% dos alunos de uma turma. Em todos esses anos observei que de cada cem alunos, apenas cinco são realmente aqueles que fazem alguma diferença no futuro; apenas cinco se tornam profissionais brilhantes e contribuem de forma significativa para melhorar a qualidade de vida das pessoas. Os outros 95% servem apenas para fazer volume; são medíocres e passam pela vida sem deixar nada de útil. O interessante é que esta porcentagem vale para todo o mundo. Se vocês prestarem atenção, notarão que de cem professores, apenas cinco são aqueles que fazem a diferença; de cem garçons, apenas cinco são excelentes; de cem motoristas de taxi, apenas cinco são verdadeiros profissionais; e podemos generalizar ainda mais: de cem pessoas, apenas cinco são verdadeiramente especiais.
É uma pena muito grande não termos como separar estes 5% do resto, pois se isso fosse possível, eu deixaria apenas os alunos especiais nesta sala e colocaria os demais para fora, então teria o silêncio necessário para dar uma boa aula e dormiria tranquilo sabendo ter investido nos melhores. Mas, infelizmente não há como saber quais de vocês são estes alunos. Só o tempo é capaz de mostrar isso. Portanto, terei de me conformar e tentar dar uma aula para os alunos especiais, apesar da confusão que estará sendo feita pelo resto. Claro que cada um de vocês sempre pode escolher a qual grupo pertencerá.
Obrigado pela atenção e vamos à aula de hoje.
Nem preciso dizer o silêncio que ficou na sala e o nível de atenção que o professor conseguiu após aquele discurso. Aliás, a bronca tocou fundo em todos nós, pois minha turma teve um comportamento exemplar em todas as aulas de Fisiologia durante todo o semestre; afinal quem gostaria de espontaneamente ser classificado como fazendo parte do resto?
Hoje não me lembro muita coisa das aulas de Fisiologia, mas a bronca do professor eu nunca mais esqueci. Para mim, aquele professor foi um dos 5% que fizeram a diferença em minha vida. De fato, percebi que ele tinha razão e, desde então, tenho feito de tudo para ficar sempre no grupo dos 5%, mas, como ele disse, não há como saber se estamos indo bem ou não; só o tempo dirá a que grupo pertencemos.
Contudo, uma coisa é certa: se não tentarmos sermos especiais em tudo que fazemos, seguramente sobraremos na turma do resto.

segunda-feira, 2 de março de 2009

Coming back to the cold cow


Voltando à vaca fria. Quase não dormi no vôo Miami-Belo Horizonte - apesar de lotado, dez vezes melhor que fazer conexão em São Paulo. As 11h já estava de banho tomado, barbeado, sentado no meu escritório trabalhando.

Aproveitei e na viagem li o "Muitas Vidas, Muitos Mestres" do BRian Weiss, médico psiquiatra, sobre hipnose. Faz pensar.

Como parecem pensar os turistas japoneses em Vancouver, escolhendo a melhor pose para a foto.