segunda-feira, 15 de setembro de 2008

Vamos produzir e criar riqueza


Recebido por email

"Fábula da Galinha vermelha, qualquer semelhança é mera coincidência! Ou não!


A história da galinha vermelha que achou alguns grãos de trigo e disse a seus vizinhos:

'Se plantarmos trigo, teremos pão para comer. Alguém quer me ajudar a plantá-lo?'

'Eu não', disse a vaca.

'Nem eu', emendou o pato.

'Eu também não', falou o porco.

'Eu muito menos', completou o ganso.

'Então eu mesma planto', disse a galinha vermelha.


E assim o fez. O trigo cresceu alto e amadureceu em grãos dourados.

'Quem vai me ajudar a colher o trigo?', quis saber a galinha.

'Eu não', disse o pato.

'Não faz parte de minhas funções', disse o porco.

'Não depois de tantos anos de serviço', exclamou a vaca.

'Eu me arriscaria a perder o seguro-desemprego', disse o ganso.

'Então eu mesma colho', falou a galinha, e colheu o trigo ela mesma.

Finalmente, chegou a hora de preparar o pão.


'Quem vai me ajudar a assar o pão?' indagou a galinha vermelha.

'Só se me pagarem hora extra', falou a vaca.

'Eu não posso por em risco meu auxílio-doença', emendou o pato.

'Eu fugi da escola e nunca aprendi a fazer pão', disse o porco.

'Caso só eu ajude, é discriminação', resmungou o ganso.

'Então eu mesma faço', exclamou a pequena galinha vermelha.

Ela assou cinco pães, e pôs todos numa cesta para que os vizinhos pudessem ver. De repente, todo mundo queria pão, e exigiu um pedaço. Mas a galinha simplesmente disse:

'Não, eu vou comer os cinco pães sozinha'.

'Lucros excessivos!', gritou a vaca.

'Sanguessuga capitalista!', exclamou o pato.

'Eu exijo direitos iguais!', bradou o ganso.

O porco, esse só grunhiu.


Eles pintaram faixas e cartazes dizendo 'Injustiça' e marcharam em protesto contra a galinha, gritando obscenidades.

Quando um agente do governo chegou, disse à galinhazinha vermelha:


'Você não pode ser assim egoísta'.

'Mas eu ganhei esse pão com meu próprio suor', defendeu-se a galinha.


'Exatamente', disse o funcionário do governo. 'Essa é a beleza da livre empresa. Qualquer um aqui na fazenda pode ganhar o quanto quiser. Mas sob nossas modernas regulamentações governamentais, os trabalhadores mais produtivos têm que dividir o produto de seu trabalho com os que não fazem nada'.


E todos viveram felizes para sempre, inclusive a pequena galinha vermelha, que sorriu e cacarejou: 'eu estou grata', 'eu estou grata'. Mas os vizinhos sempre perguntavam por que a galinha, desde então, nunca mais fez nada mais... nem mesmo um pão "


Então agora vamos aproveitar as eleições e ver os defensores dos patos, vacas, gansos e porcos, descerem o pau nas galinhas. E viva o Lula!

Nenhum comentário: