terça-feira, 12 de maio de 2009

Um número faz diferença?

Cinco. Seis. Estou na dúvida.
Devemos nos sentir felizes ou sortudos por ter um número?


Extremamente cansado pelo stress dos últimos dias, ligado ao trabalho e aos documentos (de carro blindado, de transferência de veículo, de visto para outro país na última hora, pode?), caí na cama antes das dez.

Fiquei pensando de quantas pessoas alguém ouve, durante o curso de sua vida, as palavras eu-te-amo com todas as letras. Ditas com sinceridade. Em um relacionamento homem-mulher (mãe e filhos não contam).

Somos capazes de relembrar aquele instante e o impacto que teve em nossas vidas?
Amor?Alívio? Paixão? Angústia . Alegria. Liberdade. Prisão?
O que mais se pode sentir aou ouvir a frase mais batida do cinema, literatura, poesia, música?
Ouvimo-la um milhão de vezes irradiada nos meios de comunicação.
E quantas vezes ouvimos pela primeira vez da boca de outra pessoa, com intenção?
Nossa vida é para isso?

Segundo Pink Floyd, um número não faz diferença, pois não haverá segurança em se ter números, quando a pessoa certa sair por aquela porta. (Lost for Words)
"To martyr yourself to caution,
Is not gonna help at all,
Because there'll be no safety in numbers,
When the Right One walks out of the door"

2 comentários:

Anônimo disse...

Me fez lembrar de Drummond:
"Não facilite com a palavra amor.
Não a jogue no espaço, bolha de sabão.
Não se inebrie com o seu engalanado som.
Não a empregue sem razão acima de toda a razão ( e é raro).
Não brinque, não experimente, não cometa a loucura sem remissão
de espalhar aos quatro ventos do mundo essa palavra
que é toda sigilo e nudez, perfeição e exílio na Terra.
Não a pronuncie."
Bjos
Dra.

Denise disse...

Li uma vez algo que tenho procurado aplicar(acredite por puro interesse rs,afinal dizem que tudo que você emite você recebe)
Dizia assim:

Não ser amado é uma simples desventura. A verdadeira desgraça é não saber amar.

Gostei de ver que alem de chic viajante no mundo é viajante de ti.

Denise