sábado, 10 de outubro de 2009

Aos amigos, familiares e comunidade GLBT

Ontem fui ao teatro ver "Pão com Mortadela", boa parte do público sendo casais de pessoas do mesmo sexo. Pet Shop Boys vindo fazer show. No jornal, Florianópolis escolhida para o encontro anual de turismo voltado ao público gay.
O Supremo Tribunal Militar reconheceu o direito, semana passada, a assistencia a saúde para o companheiro de união homoafetiva.

Na TV americana, existem atualmente 18 personagens homossexuais nos seriados (3% do total). Mas nos meios politicos, ainda existe muita hipocrisia, racismo e homofobia. Lembrem-se de Lula que disse que Pelotas é polo exportador de viado.
E Berlusconi, inapropriado, chamando o Obama de "bronzeado".

Muito boa a coluna do Oswaldo Braga no "O Tempo" sobre isso.

5 comentários:

Dai disse...

Que me processem à vontade, mas nunca os defenderei!!
A realidade para as mulheres está cada vez mais triste.

Mas pelo menos eles tem uma igreja evangélica que os amparam: A Congregação Florzinhas de Jesus.

A peça constrangeu os casais gays da platéia, pois eles fizeram alguns comentários maliciosos...
Quando o homossexualismo se tornar obrigatório no mundo, eu vou pros campos de concentração...e nao me segurem!

Beijinhos...

MR disse...

Enquanto isso recebo de minha cunhada Bel, noticias sobre o Dalai Lama.

http://newsweek.washingtonpost.com/onfaith/guestvoices/2009/10/for_dalai_lama_political_is_spiritual.html

Enquanto ele é o líder espiritual, um monge budista como ele mesmo coloca, ele é o responsável pelo bem-estar de seu povo como líder político também.

E a China, desce o cacete e corta esse negócio de liberdade religiosa, para manter o controle sobre o Tibete. Triste.

Já nos EUA, há cerca de 5 milhões de Budistas da linha do Budismo Tibetano - mais que a própria população do Tibet.

Dai disse...

Vi uma foto muito triste naquela época dos conflitos no Tibete..
Aqueles monges arruaceiros e que causaram o fuá todo nao passavam de soldados chineses vestidos de monges.
Até onde irá a opressão??
Cogitar liberdade religiosa lá é pedir tortura e prisão perpétua.

É vergonhoso saber que ainda há regimes assim no mundo, onde nao se pode nem ao menos ansiar por liberdade.

MR disse...

Absolut sai nua para defender causa LGBT

A vodca Absolut não se cansa de se superar dando exemplos fantásticos de marketing promocional. Agora, a marca está saindo com uma edição limitada totalmente sem rótulo, para manifestar a ideia de que, independente do que aparece por fora, o que importa é o que está no interior.
A iniciativa da Absolut é desafiar os rótulos e preconceitos que envolvem a diversidade sexual. A empresa, em seu comunicado à imprensa, lembra que desde a década de 80 tem abertamente abraçado a causa LGBT (Lesbians, Gays, Bisexuals & Trangenders).
A edição vai circular com uma revista de 24 páginas produzida pela publicação Fantastic Man. A revista terá entrevistas com designers de moda como Kris Van Asshe e Eudon Choi, a cantora Tanita Tikaram e outros ícones da moda e da cultura pop. Além disso, foi criado um blog em www.absolut.com/nolabel, para discutir justamente questões de identidades sexuais e preconceitos.

Dedinhos Nervosos disse...

Preconceito é uma coisa muito triste e tem muita gente que adora levantar a opção sexual dos outros para denegrir a imagem. Essas pessoas deveriam era levar em consideração o caráter da pessoa, que nada tem a ver se gosta de homem, mulher, cachorro, gato, galinha ou papagaio. Lendo esse ótimo post, lembrei de uma reportagem, olha só:

"Uma polêmica troca de insultos envolveu ontem o ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, e o governador de Mato Grosso do Sul, André Puccinelli (PMDB).

Tudo começou com Puccinelli, que criticou Minc por defender a descriminação da maconha e promover ações ambientais no seu Estado. Em reunião com empresários, o peemedebista afirmou que Minc é “veado e fuma maconha”. Em nota, Minc disse que o governador “é um truculento ambiental que quer destruir o Pantanal com a plantação de cana-de-açúcar”. E prosseguiu: “Essa declaração revela o seu caráter”.

As afirmações de Puccinelli aos empresários foram além. Para ilustrar o que poderia acontecer com Minc se fosse a Mato Grosso do Sul participar da meia-maratona Volta das Nações, realizada em Campo Grande, ele disse:

– Se ele viesse, eu ia correr atrás dele e estuprar em praça pública."

Como um governado tem a coragem de fazer uma declaração assim? Ese é o representante de um povo. Triste.